

Isabel Teixeira sob direção de Cibele Forjaz
em Um Bonde Chamado Desejo
Nádia de Lion: Amor, eu gosto do que faço.
Georgette Fadel: É minha chance de me divertir. É minha forma de sentir, pensar, organizar minha sensibilidade, observar, compreender. Seria impensável parar.
Soraya Aguillera: Eu me pergunto isso todos os dias. Não sei, acho que eu acredito no seu poder transformador, mesmo que essa transformação só aconteça em mim.
A reflexão que transcende, a busca no ser presente, descobrir o esquecido, o efêmero, o brincar de iludir, a comunhão e o prazer: Sempre o prazer.
Renata Zhaneta: Eu já disse antes: teatro é vício. Comecei aos 14 anos
e não me reconheço fazendo outra coisa. Sou feliz quando estou mergulhada no processo de criação seja em que estágio for. Portanto, como a gente vem ao mundo pra ser feliz...
Claro, já pensei em jogar tudo pro alto e ir morar numa praia nos momentos de crise mais "brabos", mas quem disse que eu consigo trocar a caixa preta pelo sol?
Cada um com sua loucura!!!!!!!!!!!!

Fernanda D'Umbra e Mário Bortolotto em Postcards de Atacama
Mônica Raphael: Eu só entendo a minha existência realizando um trabalho artístico, o teatro.
Fernanda D'Umbra: Entrar em cena. Acho a arte da interpretação a mais legal de todas.
Os problemas todos me chateiam, mas não o suficiente. O que importa é olhar da coxia o lugar para onde eu tenho que ir e entrar lá para mentir descaradamente.
Isabel Teixeira: Um trecho de um poema do Dylan Thomas, " Em meu ofício ou arte taciturna" , e um poema inteiro do Brecht, "Conselho à atriz C.N.".