[Editorial]

A Etcetera chega à sua vigésima edição com algumas pequenas reformulações: conteúdo enxuto, navegabilidade ainda mais horizontalizada, e a inauguração de uma home, permitindo maior interatividade do leitor com a revista. Esse novo espaço, em fase de experimentação, pode hospedar nos próximos números outras novidades. Estudamos a possibilidade de um fórum de discussão ou um blog dentro da Etcetera.

Por questão de espaço, foi necessário desativar os 14 números da primeira fase da revista. Todos devidamente arquivados, pois se faz necessário preservar a memória e documentar os conteúdos que foram publicados na rede, talvez resida aí um dos grandes problemas da internet: o que é antigo acaba desaparecendo. 

A revista está estudando uma forma de disponibilizar as edições da primeira fase novamente.

Nesta edição, inauguramos também a seção “Estante”, onde destacamos obras significativas dentro do cenário da arte e da cultura. Meninos de Kichute, romance de Márcio Américo, dá o pontapé inicial. Marcelo Ikeda traz um dossiê, mais do que urgente, sobre a filmografia de Andrea Tonacci.  O poeta Marcelo Sahea lança seu segundo livro, comentado aqui por João Paulo Leite. Nossa colunista Lucimar Mutarelli discorre sobre o mais recente livro em quadrinhos de Lourenço Mutarelli. Na Etcetrola, o rock ensolarado da banda curitibana A Inimitável Fábrica de Jipes.  Gilfrancisco Santos fala da poesia marginal de Mario Jorge, enquanto Marici Silveira mostra com quantos poemas se constrói uma mulher.  Entrevistamos a cantora Stela Campos, nome importante da música indie feita no Brasil. Pra finalizar, em “Inéditos”, poemas de Marcelo Montenegro e Paulo de Toledo. 

Boa leitura!

No próximo número:

Danaide, Krisztoff Silva, revista de Antropofagia, Cacaso, La Carne, O erotismo na produção poética de Paula Tavares e Olga Savary, especial Revistas Eletrônicas. Em Novembro na Etcetera.