{ Editorial }

Cumprindo a promessa de nosso último editorial, inauguramos com esta edição uma nova fase da Etcetera. Fizemos algumas pequenas mudanças na diagramação e na navegação da revista. Como novidade, implantamos um sistema de busca. Agora ficou mais fácil encontrar aquela matéria que você quer reler mas nunca lembra em qual edição foi publicada. Quem quiser, agora pode cadastrar seu e-mail (logo abaixo) e receber notícias fresquinhas diretamente de nossos bunkers situados nos aprazíveis bairros do Butantã e Presidente Altino. Fiquem tranquilos, não costumamos bombardear as caixas de e-mail de ninguém. Serão apenas pílulas homeopáticas avisando sobre os próximos números da revista.  Prometemos que não vai doer nada. Outra novidade é a criação do blogue da Etcetera, um canal direto com nossos leitores. Sintam-se à vontade para postar comentários, afinal é sempre bom saber o que pensam vocês aí do outro lado. Fiquem à vontade também para não postar porra nenhuma, afinal esse lance de interatividade às vezes é mesmo só uma desculpa idiota para protagonismos canhestros. Ou não? Vai sabê!

Como nem só de forma vive uma revista, preparamos um conteúdo bem recheado. Basta conferir o menu ao lado.

Até a próxima edição.

Bom apetite!

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{ Expediente }

edição 24, ano IX.  são paulo,
inverno de 2009

editor de conteúdo: sandro saraiva

editor de arte e programação visual: douglas silva

conselho editorial e redação: adriana aranha / marici silveira

colunistas: marcelo ikeda / celso paraguaçu

convidados nesta edição: paulo barnabé / paulo stocker / sergio mello

capa: douglas silva

música

Paulo Barnabé: entrevista com um Patife
Sandro Saraiva

Em bate-papo exclusivo, Paulo Barnabé discorre sobre sua trajetória desde os tempos da efervescente cena cultural londrinense nos anos 70, passando pelo período da Vanguarda Paulista na década seguinte. Fala também de suas referências musicais, seu processo de criação e sua inclinação por uma música extremamente inventiva, destacando seu projeto mais autoral: a Patife Band. [Ler]

:Download dramaturgia

Duas peças de Sergio Mello

Inauguramos, nesta edição, Download Dramaturgia, publicação de textos de teatro em formato de livro em PDF para baixar gratuitamente. A ideia é trazer à rede peças inéditas ou mesmo textos já encenados, privilegiando novos autores. Para dar o ponta pé inicial, convidamos o poeta e dramaturgo Sergio Mello. Em Duas Peças de Sergio Mello apresentamos Olhos azuis num retrato branco e preto e o inédito Explicando a morte para crianças de seis anos e ainda entrevista exclusiva com o autor. [Ler]

desenho

Esboços da Cidade
Paulo Stocker

O catarinense radicado em São Paulo mostra uma série de desenhos baseados em flagrantes de uma grande metrópole, trazendo na ponta de seu lápis uma cidade desglamorizada, porém carregada de poesia em sua distração. Bares, vagões de metrô, quartos, ruas e corredores de ônibus, nada escapa ao olhar atento do autor de Stockadas e Tulípio. . [Ler]

:Sessão cinema

Os "alumbrados" e o cinema contemporâneo cearense
Marcelo Ikeda

O cineasta e crítico Marcelo Ikeda fala sobre a cena cinematográfica cearense. Nosso colunista destaca a nova geração de realizadores, que traz como característica comum uma grande liberdade formal e uma diversidade estilística em seus filmes. Ivo Lopes Araújo, Pedro Diógenes e Mariana Smith são alguns dos autores que têm mostrado a nova cara do cinema independente de Fortaleza. [Ler]

:Encarte eletrônico

[sub]
Sandro Saraiva

Quem já foi fanzineiro, não esquece jamais. A diferença é que nos tempos de hoje o bom e velho xerox deu lugar ao pixel. Na verdade não importa muito o suporte, o que vale mesmo é o rock’n’roll. Embalado por "Trouble with Classicists" de John Cale e Lou Reed, chega à rede o terceiro número do e-zine [sub]. [Ler]

:Crônico cronista

Um elefante, dois bêbados e uma carreira que foi para o espaço
Celso Paraguaçu

Nosso cronista de plantão inaugura coluna na revista. Em Crônico Cronista desta edição, Celso Paraguaçu conta a aparentemente etílica história de um elefante que parou o trânsito em uma movimentada rua de São Paulo. “Aparentemente” porque a história aconteceu de fato com nosso editor de arte Douglas Silva, “etílica” porque a invenção baixou na pena (ou teclado) de nosso etílico escriba. [Ler]